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Como uma clínica de reprodução humana pode ajudar casais lésbicos

Em muitos países do mundo, as batalhas por igualdade de direito têm alcançado vitórias cada vez mais expressivas, e no Brasil, isso não é diferente.

Hoje, finalmente os casais homoafetivos têm encontrado maior respeito e respaldo quando buscam realizar conquistas tão comuns para pessoas heteronormativas. Assim o sonho de construir uma família está mais perto de se tornar realidade do que nunca, e para alcança-lo, nada mais simples do que encontrar uma clínica de reprodução assistida. Isso quer dizer que a clínica de reprodução humana tem sido uma importante porta para a realização do sonho da maternidade para casais de mulheres que desejam ser mães.

Oferecendo um trabalho que é feito de acordo com as especificações de cada caso, ouvindo essas tentantes e entendendo qual o melhor método para dar a elas o tratamento ideal, capaz de ajuda-as a realizar esse sonho.

Quais os caminhos oferecidos pelos profissionais da clínica de reprodução humana?

O trabalho na clínica de reprodução humana começa com a avaliação dos médicos, que irão analisar a saúde das tentantes e, depois de receber os resultados de seus exames preliminares, irão propor caminhos mais indicados para a situação. O método de reprodução humana mais frequentemente indicado para casais de mulheres é a inseminação artificial, que consiste na utilização do material genético de um doador, que é introduzido diretamente no útero.

É possível encontrar os doadores no cadastro nacional e obter o material genético de um voluntário anônimo.

Como escolher o doador?

Como dito anteriormente, a escolha do doador de sêmen deve ser feita através do banco de doadores, uma espécie de registro geral onde todas as informações relevantes, estão reunidas. É possível escolher a etnia, mas outras informações como aparência, preferencia ou imagens, são proibidos nos registros brasileiros, que para garantir o anonimato do doador identifica-os através de um número interno.

Isso faz com que algumas mulheres prefiram buscar os seus doadores entre os registros americanos.  Isso porque nos Estados Unidos as leis de reprodução humana são mais claras e liberais, e além de permitir a remuneração do fornecedor do material genético, também torna o cadastro muito mais detalhado e dá acesso a fotos, informações sobre preferencias pessoais, e outras particularidades que não estão acessíveis nos registros brasileiros.

A reprodução humana é um direito

No passado, a expectativa de vida das pessoas já foi de 35 anos em média. Mas a ciência médica mudou isso.

Hoje se vive por muito amis tempo, e as projeções são de extensão ainda maior da duração da vida humana. Isso porque a ciência médica está para a humanidade como uma ajudadora, desenvolvendo pesquisa e métodos que tornem a vida mais longa, plena e saldável.

E construir uma família se encaixa em quase todos esses critérios, de modo que a clínica de reprodução humana recebe a bela missão de tornar possível a casais homoafetivos a igualdade também nesse direito.

A família, no passado, era definida por outros padrões, assim como a expectativa de vida, do exemplo acima. Mas graças à busca incansável da ciência por melhorias nos padrões da vida humana, tudo isso agora é bem diferente.

E se já é possível garantir a reprodução humana através de meios científicos, então é correto afirmar que as famílias modernas, em suas mais diferentes formas, podem ser também consideradas como belos avanços evolutivos na trajetória da humanidade.

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