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Confira 8 dicas para aliviar os Sintomas da Tensão Pré-Menstrual, a temida TPM

Aliviar a TPM é um assunto bastante interessante para mulheres vitimas do problema, e também homens que buscam opções para lidar melhor com a impulsividade das companheiras, namoradas, mães, irmãs ou colegas de trabalho, em prol da sua própria sobrevivência!

Brincadeiras à parte, trata-se de um assunto sério, e que deve ser levado em consideração. Afinal, todos os meses, cerca de 85% das mulheres têm pelo menos um sintoma da tensão pré-menstrual, como cólicas, inchaço, cefaleia, alterações de apetite e humor.

Embora nem toda tenha a síndrome mensalmente, infelizmente não existe uma cura para aquelas acometidas pela tensão. Mas, muita calma nessa hora!

Existem tratamentos e mudanças de estilo de vida disponíveis para ajudá-la a reduzir este desconforto físico, mental e emocional.  Para conquistar maior qualidade de vida e conforto, mesmo diante deste período catastrófico!

Confira 8 dicas para aliviar a TPM

TPM (tensão pré-menstrual)

  1. Melhore sua alimentação

Não precisa se tornar a rainha do mundo fitness e saudável, mas saiba que comer mais frutas, legumes e principalmente, grãos integrais, ajudam bastante a minimizar a intensidade dos sintomas. Veja alguns exemplos abaixo:

  • uma dieta rica em sódio pode causar inchaço;
  • a cafeína pode agravar a irritabilidade ou ansiedade;
  • o álcool pode agravar a tendência ao isolamento ou depressão;
  • muito açúcar pode descontrolar o índice glicêmico e o humor.

Mas não é apenas o alimento em si que tende a ajudar, mas sim quando você ingere. Já ouviu falar do intervalo máximo de 3horas entre cada refeição? Pois então, se você não consegue comer várias vezes ao longo do mês, pelo menos obrigue-se a comer em intervalores regulares a fim de evitar a queda de açúcar no sangue diante dos sinais de tensão.

  1. Exercite-se mais

O exercício pode combater os sintomas da TPM físicos e emocionais, por isso, vale a pena mudar, além dos hábitos alimentares, também aumentar a frequência com a qual você se exercita antes de recorrer a terapias médicas propensas a efeito colaterais.

O problema é que, nesta fase, muitas mulheres alegam não ter energia para ir à academia. No entanto, é justamente diante desta “baixa energética” que você precisa interpretar como o momento ideal, no qual o corpo mais necessita exercitar-se.

Escolha uma rotina de treinos que te agrade, e tente não desanimar, força na peruca!

  1. Descubra as vitaminas

Através de exames de sangue, você pode conferir se o índice de vitaminas do seu corpo está OK. Ainda que as vitaminas naturais estejam dentro dos parâmetros normais, converse com seu médico sobre a prescrição de algumas doses complementares que podem ajudar a aliviar a TPM, como o cálcio, o magnésio e, especialmente, a B6 e a vitamina E.

  1. Recorra às plantas medicinais

Alguns remédios à base de ervas não possuem eficiência comprovada quando comparado aos medicamentos. Mas para quem já tentou as sugestões mencionadas acima, vale a pena conferir o poder dos chás e plantas medicinais, bastante conhecidos pela eficácia para diminuir as cólicas e alterações de humor, como no uso do óleo de prímula, gengibre, folhas de framboesa, dente de leão, ou extrato de erva de São Cristóvão.

  1. Fique atenta ao stress

É extremamente importante que você obtenha o descanso adequado e abundância de sono, sobretudo durante a TPM, pois a privação do repouso ou dormir poucas horas por dia pode desencadear, e até aumentar significativamente a incidência dos sintomas.

Procure cumprir a carga horária que seu corpo realmente necessita, pois isso é individual e varia bastante em cada pessoa. Em seguida, faça um esforço consciente para reduzir o seu nível de stress. Você pode tentar respirar profundamente, fazer massagem, meditação ou yoga, ou outras opções que acalmam corpo e mente.

  1. Tome analgésicos

A automedicação através de analgésicos é um hábito que costuma ser bastante condenado pelos médicos.  Por se tratar de remédios que combatem dores imediatas, vendidos sem necessidade de receita médica, muitas pessoas acabam exagerando na frequência da utilização.

O problema é tomar analgésicos mensalmente, e o pior, em grandes quantidades, já que eles não combatem a causa do problema, apenas aliviam as dores momentaneamente temporariamente. Porém, no caso de cólicas, dores de cabeça, nas pernas ou costas, o ibuprofeno é um exemplo muito indicado.

Verifique com seu médico a indicação do analgésico mais indicado conforme a intensidade de seus sintomas, e pondere com ele acerca de quantas vezes pode tomar apenas para não comprometer sua rotina diária, como ir trabalhar, ou ir para a aula sentindo dor em demasia.

  1. Use anticoncepcional

Se você não estiver usando uma forma de contracepção, você pode considerar usar os de dosagem hormonal mais baixa, que costumam reduzir os sintomas da TPM. Isso porque eles nivelam os hormônios ao longo do ciclo da mulher.

Algumas, inclusive, utilizam o uso contínuo para interromper o ciclo e evitar os desconfortos do período.  Porém, essa orientação também depende de avaliação médica.

  1. Pergunte ao seu médico sobre antidepressivos

Os antidepressivos não são a primeira escolha para problemas de humor relacionados à TPM. No entanto, alguns médicos analisam essa alternativa, caso os sintomas sejam realmente muito graves a ponto de impactar seu cotidiano.

Os inibidores seletivos da receptação da serotonina (ISRS) são prescritos para uso em apenas uma ou duas semanas antes do período menstrual, ou constante.  É importante ressaltar, no entanto, que a TPM pode agravar a depressão e vice-versa.

Algumas mulheres confundem a depressão cíclica com a TPM, pensando estarem sensibilizadas, desanimadas ou excessivamente irritadas por conta da tensão, mascarando uma depressão prolongada pelo mês todo. Também nestes casos, a avaliação médica é primordial para diagnosticar o abatimento de forma assertiva, ou recorrer aos antidepressivos como uma medida temporária diante de uma síndrome debilitante.

E aí, você gostou das sugestões para aliviar a TPM? Deixe sua opinião nos comentários!

Autoria: Luciana Márcia.

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